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CHEVROLET COBALT 1.8 ELITE

Levamos para a pista de testes a nova versão do sedã compacto equipado com câmbio automático

Publicado 4 de Fevereiro de 2016 às 17:50 pelo colunista REDAÇÃO ALTOS NOTÍCIA.

No final do ano passado, a Chevrolet apresentou a primeira reestilização do sedã compactoCobalt desde que ele chegou ao mercado, em 2011. Além da evolução drástica no design, o modelo estreou a segunda geração da central multimídia MyLink e recebeu o OnStar, um sistema de assistência remota que funciona sete dias por semana 24 horas por dia. O objetivo, conforme afirmou o gerente de marketing da GM, Sam Russell, durante o lançamento, é elevar o patamar do modelo e "beliscar forte o segmento de sedãs médios".

Graças principalmente ao pacote de equipamentos, o patamar foi elevado, assim como o preço, que menos de um mês após o lançamento já está R$ 1 mil maior, por R$ 68.990. Depois de avaliar o modelo com câmbio manual e motor 1.8, testamos a nova versão Elite, que traz algumas das novidades mais interessantes do modelo, além de ser equipada com transmissão automática de seis marchas. Confira abaixo se ela vale sua compra.

Chevrolet Cobalt 2016 (Foto: General Motors)

SAIBA MAIS

Impresões ao volante

O modelo não passou por qualquer ajuste mecânico, portanto segue equipado com o motor 1.8 flex de 108 cv e 17,1 kgfm, aqui aliado à transmissão automática de seis marchas. A combinação torna o Cobalt um modelo pouco ágil. Para começar, o bloco 1.8 Econo.Flex é o mesmo que equipava modelos da velha guardaChevrolet, como Astra e Meriva. Além disso, o câmbio tem trocas lentas que relegaram ao sedã compacto números ruins de aceleração e retomada.

Para ir dos 60 aos 100 km/h, por exemplo, ele levou 7 segundos em nossa pista de testes. Como comparação, o Honda City demorou 5,9 segundos. Em trechos de subida com o veículo carregado foi difícil manter a uma boa toada na casa dos 60 km/h sem ter que pisar fundo no acelerador depois de cada freada que precedia uma curva. A combinação de câmbio e motor também o deixou com números pouco satisfatórios de consumo. Abastecido com etanol, o carro fez 6,4 km/l nas cidades e 11,1 km/l nas estradas. Se fosse equipado com direção elétrica, as cifras do modelo poderiam ter sido melhores, mas ele tem direção hidráulica.

GM até oferece opção de trocas sequenciais na alavanca de câmbio, que aliviam um pouco os efeitos da transmissão, descritos acima. Em alguns carros, basta empurrar a manopla para mudar de marcha manualmente. No caso do Cobalt, isso é feito por um botão, solução pouco funcional.

A suspensão macia e a posição elevada de dirigir deixam claro que a prioridade desse modelo é conforto. Mas ele peca, por exemplo, ao deixar de oferecer ajuste de profundidade para a coluna de direção. Apesar de filtrar bem as irregularidades do solo, a suspensão poderia, por exemplo, oferecer mais firmeza em curvas.

Editado 4 de Fevereiro de 2016 às 17:50 por REDAÇÃO ALTOS NOTÍCIA.

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