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ALTOS / #esclarecimento

Vídeo: Prefeitura manda nota de esclarecimento

Após vídeo de uma Dra. viralizar nas redes sociais, a Prefeitura lançou uma nota

Publicado 11 de Dezembro de 2017 às 16:56 pelo colunista REDAÇÃO ALTOS NOTÍCIA.

Após vídeo de uma Médica viralizar nas redes sociais, a Prefeitura de Altos lançou uma nota sobre o caso. 

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO INSTITUTO DE SAÚDE JOSÉ GIL BARBOSA

 

Altos, 11 de dezembro de 2017.

 

            O Instituto de Saúde José Gil Barbosa (ISJGB) vem, por meio deste, esclarecer fatos diante das acusações de tom difamatório publicadas pela médica Carolina Holanda V. de Oliveira mediante textos e vídeos em seu perfil de rede social (Instagram). O caso se refere ao óbito que ocorreu no plantão diurno da profissional no último domingo (10/11/2017), sendo importante elucidar que:

·         A médica envolvida no caso já havia sido afastada da instituição logo em seu segundo plantão;

·         No plantão de domingo (10/11/2017), a mesma assumia o plantão de outra médica que havia ofertado o turno, não tendo sido em momento algum readmitida no quadro clínico da instituição;

·         A médica, em seus vídeos, afirma que no hospital faltavam medicamentos e oxigênio. Uma informação falsa, visto que na manhã em que ela assumiu o plantão os cilindros de oxigênio haviam sido reabastecidos e a paciente, em nenhum momento permaneceu sem administração de todas as medicações prescritas conforme prontuário;

·         Em momento algum a paciente, cujo quadro exigia aporte contínuo de oxigênio, ficou sem o mesmo;

·         A médica afirmou que a paciente permanecia sem antibióticos, o que pode ser contestado mediante rápida análise de seu prontuário e consulta aos familiares, visto que a cliente fazia uso dos antibióticos levofloxacino e metronidazol. Além dos antibióticos, a paciente utilizou no período de sua internação dipirona, plasil, bromoprida, ranitidina, hidrocortisona e glicose, além do oxigênio propriamente dito;

·         Durante o momento em que o quadro da paciente se agravou, a conduta da médica restringiu-se a sugerir à filha que “filmasse a sua mãe morrendo”, como forma de denegrir a imagem do hospital, atitude que de tão esdrúxula causou revolta da familiar. A conduta médica deveria ter ênfase, no mínimo, na redução do sofrimento da paciente ao momento;

·         O quadro da paciente evoluiu para óbito, e a médica se recusou a emitir a sua Declaração de Óbito (DO), alegando nas publicações que foi coagida pelo secretário de saúde e vice-prefeito a preencher o documento, ato que era de total responsabilidade sua, sendo ela a médica plantonista e quem presenciou o óbito. Em momento algum a médica poderia ser coagida a preencher a DO, pois esta ação já é competência médica que foi negligenciada pela mesma;

·         A DO constitui um documento padrão de uso obrigatório em todo território nacional, sendo ferramenta importante de coleta de dados sobre óbitos, além de documento hábil para os fins do Artigo 77, da Lei nº 6.015 de 1973, para a lavraturada Certidão de Óbito, pelos cartórios do Registro Civil;

·         Segundo publicação do Ministério da Saúde intitulada “A Declaração de Óbito: documento necessário e importante, do ano de 2009, a DO é um documento legal de três vias autocopiativas prenumeradas sequencialmente, sendo uma entregue ao familiar para que o mesmo registre o óbito em cartório, e as outras duas destinadas à unidade de saúde e à secretaria de saúde. A emissão da DO é ato médico. Portanto, ocorrida uma morte, o médico tem obrigação legal de constatar e atestar o óbito, usando para isso o formulário oficial acima mencionado, tendo responsabilidade ética e jurídica pelo preenchimento do mesmo. A publicação ainda cita que no ambiente hospitalar, a DO deve ser preenchida pelo médico que vinha prestando assistência ao paciente. No caso, a plantonista;

·         Há testemunhas no hospital, entre familiares e equipe multiprofissional, de que a mesma, ao receber o secretário de saúde, que apenas solicitou que cumprisse com sua função de preenchimento da DO, agrediu-o verbalmente com palavras de baixo calão, gerando total desconforto ao ambiente hospitalar e sobretudo aos familiares que já haviam passado pela perda de um ente. A médica foi convidada a se retirar da instituição por todo o transtorno que causou, pela recusa de suas funções e pela percepção de que não tinha mais, no momento, controle emocional para permanecer no plantão;

·         Frente às atitudes da médica, as devidas providências já estão sendo tomadas no sentido de acionar-se, o Conselho Regional de Medicina – CRM do Piauí, analisando-se a necessidade de ação em outras instâncias.

Por fim, o ISJGB lamenta o ocorrido, entendendo toda a situação como uma atitude de cunho sensacionalista cujo intuito foi, desde o início, denegrir a imagem da instituição e da gestão municipal. O hospital ratifica o seu compromisso com toda a população altoense, sendo seu objetivo, sempre, a prestação de serviços humanizada e uma assistência de qualidade, com respeito à dignidade humana. Episódios como este, além de lamentáveis, são isolados, sendo regra a boa relação entre o hospital, a equipe e seus usuários e, inclusive, respeito mútuo entre direção e corpo clínico.

 

 

    Nerirrony Belém Lacerda                                      Andréa Suellen Amaral Ramos Lopes

Secretário Municipal de Saúde                                          Diretora Geral do ISJGB

 

Ítalo Plácido Lima

Diretor Clínico do ISJGB

Editado 11 de Dezembro de 2017 às 16:56 por REDAÇÃO ALTOS NOTÍCIA.

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